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Sistema OCB disponibiliza Anuário do Cooperativismo Brasileiro

Documento apresenta a evolução do setor, além de dados que podem auxiliar a tomada de decisão estratégica.

Informação é poder; é verdade! E quanto mais detalhada ela é, melhor, considerando um cenário estratégico que envolve o desenvolvimento social atrelado ao econômico. É por isso que o Sistema OCB, sempre preocupado com a sustentabilidade do cooperativismo brasileiro, lança, anualmente, o Anuário do Cooperativismo Brasileiro.

O objetivo é dar visibilidade à força e relevância econômica e social do cooperativismo, disponibilizando ao público em geral, mas principalmente às cooperativas, à academia, à imprensa e aos organismos públicos um banco de dados para consulta de informações sobre o movimento cooperativista – um instrumento fundamental para elaborar estratégias para o fortalecimento do setor.

As informações apresentadas provêm de levantamento construído com a colaboração das cooperativas e unidades estaduais do Sistema na consolidação e tabulação dos dados primários. Para compor o documento, o Sistema OCB também utiliza fontes secundárias como: Aliança Cooperativa Internacional, Agência Nacional de Saúde Suplementar, Agência Nacional de Mineração, Agência Nacional de Transportes Terrestres, Agência Nacional de Energia Elétrica, Banco Central do Brasil e Ministério da Economia.

Para cumprir com seu objetivo, o conteúdo está dividido em Cooperativismo no Mundo, Cooperativismo no Brasil e por ramos de atuação.

 

COOPERATIVISMO NO MUNDO

Trata-se de um movimento sólido em escala mundial e, segundo dados a Aliança Cooperativa Internacional, em 2020, somou mais de 3 milhões de cooperativas, com mais de 1 bilhão de cooperados, registrando um faturamento aproximado de US$ 2 trilhões.

(Imagem: números do cooperativismo no mundo | Fonte: Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2020)

 

COOPERATIVISMO NO BRASIL

Aqui no Brasil, os resultados do cooperativismo também são bastante expressivos. As cooperativas transformam a realidade de milhares de brasileiros, movimentando a economia local com a geração de trabalho, emprego e renda.

“Elas exercem um papel importantíssimo nas cidades e no campo, marcando presença em muitos segmentos diferentes, como no mercado financeiro, na agropecuária, na área da saúde, da educação, na geração e distribuição de energia, no turismo, na atividade mineradora, no transporte, no setor habitacional e de consumo”, comenta o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Segundo o líder cooperativista, em 2020 havia 4.868 cooperativas distribuídas em todas as unidades da federação, atuantes nos sete ramos do cooperativismo. “São mais de 17,2 milhões pessoas cooperando para um mundo melhor e produzindo muito. Para se ter uma ideia, esse número registrou um incremento de 11% em relação ao ano anterior. Uma demonstração clara de que o cooperativismo tem sido visto, cada dia mais, como um modelo de negócio e um caminho interessante para a prática do empreendedorismo coletivo, contribuindo diretamente para a geração de renda de muitos brasileiros, principalmente em momentos de crise”, analisa Márcio Freitas.

(Imagem: números do cooperativismo por ramo no Brasil | Fonte: Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2020)

 

COOPERATIVISMO DE ENERGIA

O cooperativismo de energia tem sua qualidade reconhecida pela ANEEL e, ano após ano, recebe as maiores notas no Prêmio ANEEL de Qualidade. As cooperativas são responsáveis por distribuir e gerar energia elétrica, a mais de 800 municípios brasileiros.

Em 2020, segundo a base de dados da ANEEL, o cooperativismo de geração distribuída compartilhada alcançou 39 empreendimentos, 10 a mais que 2019. Ao todo, 238 unidades consumidoras recebem energia desses locais: um aumento de 59% quando comparado ao ano anterior. A potência instalada, por sua vez, alcançou 11.470 KW.

Manter a qualidade de distribuição é um dos grandes desafios para as cooperativas de energia. Para manter o protagonismo neste aspecto, o planejamento de ações e a promoção de geração de energias renováveis e soluções que possibilitem a melhor gestão do insumo serão extremamente relevantes. Este cenário reforça a importância da disponibilização de documentos como o Anuário do Cooperativismo Brasileiro, que reúne informações confiáveis e atualizadas sobre o setor.

Autor: Marco Morato (OCB)

Edição: Aurélio Prado (OCB)

Publicado em 03/09/2021


Saiba mais

Confira a versão completa do Anuário do Cooperativismo Brasileiro de 2020

Números da energia cooperativa na geração distribuída no Brasil


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